Música da Semana: “Carry On My Wayward Son”, Kansas

Quem vê Supernatural já sabe: a trilha sonora do último episódio de cada temporada é sempre comandada pela banda Kansas através da deliciosa “Carry On My Wayward Son“. Essa música foi feita no ano de 1976, mas tem tudo a ver com nossos queridos irmãos Winchester – e, para todos os efeitos, continua super atual (cace a tradução e comprove).

Então comece a segunda-feira com bom gosto, aperte o play Macaco e se divirta com essa música que já é bem familiar a quem gosta de Supernatural.

Apresentando: “Supernatural”

Engraçado ver como uma série para a qual a gente não dava nada acaba virando um dos nossos vícios (preferidos). Aconteceu comigo com Supernatural. Fiquei anos sem ligar para a existência dessa série de fantasia que narra a vida de Sam (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles), dois irmãos cuja profissão é caçar demônios e adjacências do mundo das trevas.

Demorei muito para começar a ver a série, em 2010 e, cagona que sou, não conseguia ver sequer um episódio da primeira temporada sozinha. Tinha que ter sempre alguém comigo para eu ficar “menos impressionada”. Resultado: demorei um ano para ver apenas uma temporada de Supernatural mas, quando peguei a manha de assistir chutando a bunda dos fantasmas e seres esquisitos, devorei seis temporadas em poucos meses (e, diga-se de passagem, com CD´s originais de um box show que meu primo emprestou, com extras muito legais).

Depois de irem e voltarem do inferno centenas de vezes, os irmãos Winchester e seu indefectível Impala 1967 estão trilhando a sétima temporada. No percurso vários (bons) personagens entraram na história, como o anjo Castiel (Misha Collins) e Bobby Singer (Jim Beaver), caçador que assume um papel de paizão de Sam e Dean depois que o pai oficial, John Winchester (Jeffrey Dean Morgan) sai de cena nas primeiras temporadas.

Supernatural é legal porque, entre um bicho papão e outro, mostra coisas que são comuns no dia-a-dia de todo mundo: problemas com a família, necessidade de afirmação, ódio pelo trabalho, além de valores bacanas como companheirismo, lealdade e bebeção de cerveja.

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